Os alunos da Escola Municipal Arco íris, no bairro Paraviana, tiveram nesta sexta-feira, 24, a oportunidade de conhecer mais a fundo sobre as doenças causadas pelo Aedes aegypti e como evitar os possíveis criadouros do mosquito. A ação faz parte das atividades do projeto 10 minutos contra o Aedes aegypti .
O projeto foi idealizado pela Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. A princípio, está sendo implementado em cinco escolas, de forma experimental. Esta é segunda escola a ser mobilizada pelas equipes da Saúde.
Após a apresentação da palestra, os agentes de combate às endemias e os profissionais do Núcleo de Combate a Doenças Transmitidas por Vetores fizeram uma pequena simulação no terreno da escola, com alguns objetos espalhados, simulando possíveis criadouros do mosquito.
As crianças correram empolgadas para achar algum desses objetos, Gustavo Henrique Magalhães, 8, foi um deles. “Muito bom ver o mosquito em suas fases. Deu pra conhecer melhor. Aprendemos onde ele costuma se esconder e até conseguimos achar aqui no quintal da escola. Agora vamos ajudar em casa a acabar com ele”.
Durante o período da tarde, os agentes fizeram a borrifação ao redor da unidade de ensino.
Projeto - Após a sensibilização dos profissionais e alunos nas escolas, os alunos recebem um panfleto que será anexado ao caderno, com 13 itens de verificação para serem checados na sua residência durante 15 semanas.
Os itens serão checados semanalmente em cada local indicado no desenho, onde o mosquito costuma colocar os ovos, incluindo caixa d’água, calhas, potes, ralos, baldes e até pneus e garrafas. A ideia é que com apenas 10 minutos semanais eles possam eliminar os criadouros, evitando que o mosquito se reproduza na água parada.
Após a consolidação dos dados, será feito o levantamento dos endereços dos alunos que registraram presença de criadouros em suas fichas. E um agente de endemias será encaminhado às casas selecionadas para analisar a veracidade da anotação e buscar alternativas para a eliminação de criadouros.
A ideia é reforçar os cuidados e os serviços disponibilizados na rede
Projeto implantado pela Prefeitura de Boa Vista, em março deste ano, a Assistência Médica Especializada por Telemedicina (Amete) já beneficiou 208 pacientes da rede municipal de saúde, nas sete especialidades de atendimentos (veja abaixo).
A Prefeitura de Boa Vista empossa nesta quinta-feira, 29, mais 29 aprovados no concurso público da Saúde realizado em 2019, para completar o quadro de profissionais do município. Esses profissionais vão reforçar os atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS's), Hospital da Criança Santo Antônio e Unidades Especializadas.