O hip hop surgiu no final da década de 60 nos Estados Unidos, mas foi nos anos 80 que a dança chegou a São Paulo, tornando-se uma forte expressão artística cultural no Brasil. Nesta segunda-feira, 11, os integrantes do projeto Crescer receberam o happer Tcheba, que ministrou uma oficina sobre este estilo de dança.
Segundo o secretário municipal de Gestão Social, Moacir Collini, a oficina de hip hop tem o papel transformador na vida dos adolescentes. “Estamos utilizando a dança como ferramenta pedagógica. Com esta oficina, pretendemos converter os duelos de brigas em “batalhas” de dança”.
Tcheba contou um pouco da história de vida dele aos jovens do Crescer. Segundo o dançarino, o hip hop foi o motivo pelo qual ele deixou as drogas. “Já morei na rua, usei drogas e fiz coisas erradas. Quando conheci a dança, vi ali uma oportunidade para mudar minha vida”, explicou.
Com mais de 40 anos, Tcheba, vestido a caráter: bermuda cobrindo os joelhos, camiseta e tênis, ministra as aulas e palestras em diversas cidades do interior de São Paulo e também em outros estados. Em Boa Vista não é diferente, nesta terça-feira, 12, o happer continua com as aulas, mostrando aos jovens que é possível crescer na vida com a arte.
O encontro será na sexta-feira, 12, das 8h30 às 11h, no Centro Empresarial Ideias e Negócios, na rua Governador Aquilino Mota Duarte, bairro São Francisco.
O benefício é destinado às pessoas idosas, a partir de 65 anos de idade, e às pessoas com deficiência, de qualquer idade, que comprovem não possuir meios de prover a sua própria subsistência.
O evento será na sexta-feira, 29, às 15h, no Cras São Francisco, na rua Rodrigo Peres de Figueiredo, nº 317, no bairro Calungá.