Estudos realizados em Taiwan por especialistas em obstetrícia revelaram que bebês desenvolvem a percepção auditiva podendo ouvir a mãe cantar e conversar a partir da 20ª semana de gestação. E é possível perceber se o som agradou o bebê, observando os movimentos que ele faz dentro da barriga.
No programa Família que Acolhe um projeto de intervenção musical vêm transformando a vida de mais de 15 grávidas. Segundo a psicopedagoga, Rita de Cássia, esse trabalho de musicalização proporciona bem estar, além de um vínculo maior entre mãe e filho. “O bebê fica mais atento aos sons do ambiente externo. Os resultados aparecem também após o nascimento. A música propicia um ambiente adequado para o desenvolvimento da fala”, explicou.
O estudo revela ainda que as gestantes que praticam essa atividade reduzem os sintomas de depressão, estresse e ansiedade. “Quando comecei a cantar pro meu filho, passei a sentir mais tranquilidade, minha ansiedade diminuiu muito”, disse Naiéllen Bento, grávida de sete meses.
A inclusão da música na programação do Família que Acolhe ainda está no início, mas foi bem recebida por toda a equipe. “Ouvi-las cantando é um momento único. Fico feliz em poder colaborar e ao mesmo tempo aprender com esse período especial da gravidez”, ressaltou o maestro do projeto de musicalização, Adonias Lima.
O encontro será na sexta-feira, 12, das 8h30 às 11h, no Centro Empresarial Ideias e Negócios, na rua Governador Aquilino Mota Duarte, bairro São Francisco.
O benefício é destinado às pessoas idosas, a partir de 65 anos de idade, e às pessoas com deficiência, de qualquer idade, que comprovem não possuir meios de prover a sua própria subsistência.
O evento será na sexta-feira, 29, às 15h, no Cras São Francisco, na rua Rodrigo Peres de Figueiredo, nº 317, no bairro Calungá.