A Prefeitura de Boa Vista está intensificando o acompanhamento social às famílias que atuam ilegalmente como catadores de resíduos sólidos no Aterro Sanitário. O objetivo é conhecer a realidade socioeconômica dessas famílias e cadastrá-las para que sejam regularizadas por meio da Cooperativa Unirenda. Elas também são orientadas para que não permitam a presença de crianças e adolescentes no local.
“A prefeita Teresa Surita está preocupada em melhorar as condições de vida e de trabalho dos catadores de resíduos sólidos e, principalmente, em prevenir que as crianças e os adolescentes sejam expostos a situação de riscos e de vulnerabilidade social. Por isso, além de organizar a situação de trabalho por meio do fortalecimento da cooperativa, as famílias serão cadastradas nos programas sociais e as crianças e adolescentes serão inseridas em programas com bolsa, para contribuir com a renda familiar”, afirmou a secretaria municipal de gestão Social, Tarciana Xavier.
O diagnóstico é realizado pela equipe de Humanização da Secretaria Municipal de Gestão Social (Semges), em parceria com a Guarda Municipal.
Nelina Paulino Tomaz, 46 anos, mora no bairro Senador Hélio Campos e trabalha como catadora há um ano no Aterro. “Esse cadastramento só vai trazer benefícios para a minha família. Estamos nos organizando para trabalhar com mais segurança e com o acompanhamento da Prefeitura, teremos a chance de sermos atendidos com programas que ajudam a aumentar nossa renda”, disse.
O encontro será na sexta-feira, 12, das 8h30 às 11h, no Centro Empresarial Ideias e Negócios, na rua Governador Aquilino Mota Duarte, bairro São Francisco.
O benefício é destinado às pessoas idosas, a partir de 65 anos de idade, e às pessoas com deficiência, de qualquer idade, que comprovem não possuir meios de prover a sua própria subsistência.
O evento será na sexta-feira, 29, às 15h, no Cras São Francisco, na rua Rodrigo Peres de Figueiredo, nº 317, no bairro Calungá.