Nos últimos anos, além dos problemas causados pelo acúmulo de lixo na cidade, a falta de políticas de assistência social e de fiscalização no Aterro Sanitário ocasionou o retorno de famílias de catadores de resíduos sólidos ao local. Para combater esse problema, atender a nova legislação e garantir uma fonte de renda digna, a Prefeitura iniciou um trabalho de acompanhamento dessas pessoas.
No Aterro Sanitário, que se transformou em um lixão, foram identificadas 200 pessoas vivendo em situação irregular. Em parceria com a Federação das Indústrias de Roraima (Fier), a Prefeitura pretende reestruturar as instalações do galpão de triagem e beneficiamento de resíduos sólidos recicláveis, onde hoje funciona a cooperativa Unirenda. A medida permitirá que a cooperativa receba novos equipamentos e maquinários utilizados na triagem dos resíduos, aumentando a produtividade dos cooperados.
“As células de lixo domiciliar são consideradas uma das áreas mais insalubres para se trabalhar, com grande risco de doenças por substâncias contagiosas. Essa ação, através das parcerias, vai trazer melhorias para a renda dos trabalhadores, com a geração de postos de trabalho, além da inclusão social e o exercício da cidadania”, afirmou a prefeita Teresa Surita.
Teresa também tem como uma das metas de trabalho fazer com que Boa Vista cumpra integralmente a nova Lei Nacional dos Resíduos Sólidos, que entrará em vigor em agosto de 2014. Para isso, o plano de governo prevê a construção de um novo Aterro Sanitário, que atenda as exigências do Ministério das Cidades sobre a destinação correta do lixo e impossibilite a permanência de catadores nas células.
Além disso, nos primeiros seis meses deste ano, a Central 156 da Prefeitura recebeu um total de 2.746 denúncias da população, relacionadas à poluição sonora
O trabalho acontece em parceria com associações vinculadas a grandes empresas responsáveis pela fabricação dos pneus
As próximas áreas de lazer atendidas pela campanha serão as praias Caranã, Cachoeirinha e Grande