A Prefeitura de Boa Vista enviou nesta terça-feira, 14, dois novos projetos para Câmara de Vereadores que beneficiam os servidores da Secretaria Municipal de Gestão Social (Semges) e conselheiros tutelares de Boa Vista, valorizando a política de proteção à criança e ao adolescente.
O primeiro projeto (PL 047/21), visa aumentar o quantitativo de cargos à Secretaria Municipal de Gestão Social e cria mais 17 novas vagas. A medida visa atender com maior eficiência às demandas da população na área de gestão social.
Com isso, serão mais 10 assistentes municipais, especialidade Educador Social, 4 assistentes municipais, especialidade Sócio Educador e 3 analistas municipais Grupo Especial, especialidade Psicólogo.
Além disso, o PL institui a Gratificação de produtividade ao valor de R$ 300, destinada a servidores efetivos que cumpram jornada de trabalho de 40 horas semanais, não sendo incorporada à remuneração.
Tanto a criação dos novos cargos quanto a gratificação atendem à capacidade financeira do município e à Lei de Responsabilidade Fiscal.
Já o segundo projeto (PL Nº 048/21), altera a remuneração para o Cargo de Conselheiro Tutelar do município de Boa Vista. O aumento está enquadrado na capacidade financeira do município, conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal do Município. O valor da nova remuneração será de R$ 3.747,56.
“Os projetos buscam valorizar e reconhecer os servidores, bem como o trabalho dos conselheiros tutelares, que não têm um reajuste há bastante tempo. Devemos reconhecer que os mesmos prestam excelentes serviços à população da Capital da Primeira Infância”, disse o prefeito Arthur Henrique.
De acordo com o calendário de pagamento, a primeira parcela estava prevista para ser efetuada no dia 26 de junho. Porém, já vai ser paga no sábado, 13.
O sábado, 23, foi de mutirão, para buscar as documentações que comprove os dados exigidos por lei para inclusão desses servidores na Medida Provisória 660.
Só este ano, 259 servidores passaram por capacitações que contribuem na execução de tarefas diárias do serviço público