A Prefeitura é uma das parceiras na execução das ações do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Em Boa Vista, mais de dois mil beneficiários dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) já foram matriculados em cursos profissionalizantes. O trabalho faz parte do Programa de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho (ACESSUAS), desenvolvido pelo município.
O público alvo do ACESSUAS são pessoas de 16 a 59 anos, das áreas urbana e rural inscritas no CadÚnico, beneficiários do programa bolsa família, integrantes do Plano Brasil Sem Miséria, e famílias com situação de trabalho infantil, além de egressos do sistema socioeducativo. O objetivo é promover a integração dessas pessoas no mercado de trabalho por meio da capacitação profissional.
A oportunidade de fazer um curso profissionalizante chamou a atenção da jovem Karina Tamara Santos, 22 anos. Ela é aluna do curso para Recepcionista em Serviços de Saúde, ministrado no Instituto Federal de Roraima (IF/RR). “Hoje, as empresas cobram não só experiência, mas capacitação também, e o Pronatec atua exatamente nessa área. Escolhemos três cursos para estudar durante o ano, e ainda recebemos uma bolsa. São cursos caros que muitos não teriam condições de pagar. Recebê-los de forma gratuita e com incentivo financeiro é maravilhoso”, afirmou.
O Pronatec estimula a autonomia das famílias por meio de incentivo financeiro e formação profissional. “É fundamental incluir as famílias que atendemos nos CRAS no mercado de trabalho e, para isso, intermediamos a inclusão nos cursos profissionalizantes oferecidos em parceria com as instituições educativas e do Sistema S, permitindo que essas pessoas se capacitem, melhorando sua renda e conquistando autonomia”, disse a prefeita Teresa Surita.
Cerca de 70 profissionais se reuniram, no galpão da Unirenda, para participar da palestra Erradicação do Trabalho Infantil.
A capacitação começou nesta segunda-feira, 18, e segue até sexta-feira, 22, das 8h às 12h, no Senai do bairro Asa Branca.
O Mercado Municipal São Francisco foi um dos primeiros locais a funcionar, de fato, como feira, passando a receber esses profissionais